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[fato_15] Analóga_A arquitetura paramétrica [não poderia não ser] participativa e livre de direitos

abril 25, 2011

Em uma recente conversa com o arquiteto espanhol Lon Cuervas Mons, discutimos sobre a arquitetura paramétrica e o design associativa em relação aos conceitos de cultura livre (Open Source, Creative Commons) e questionando o novo papel do arquiteto para o futuro.

A discussão começou em um projeto de pesquisa na qual trabalhamos no momento: é uma pergunta de investigar a  ossibilidade de produzir um software, a meio caminho entre um videogame e uma ferramenta de trabalho, capaz de permitir a todos (pessoas, não apenas arquitetos) projetar seu próprio apartamento.

A pesquisa transformou-se em experiências tais como mostra o vídeo acima e com certeza em ferramentas de parametrização como Grasshopper. Na verdade, descobrimos que já existem pesquisas que estão sendo desenvolvida, como a das imagens abaixo desenvolvida pela LMN Tech Studio em Seattle, buscando encontrar formas de conexão entre definições Grasshoppe e os programas funcionais complexos de edifícios de arquitetura.

Esta pesquisa, denominada Grasshopper Space Planner, permanece no mesmo bastante simples e pode ser muito orientada como ferramenta de trabalho do arquiteto, ao invés de focar o objetivo descrito acima, ou seja, dar aos não arquitetos a possibilidade de projetar suas próprias casas.

O sonho de [re] colocar a arquitetura nas mãos de seus próprios usuários certamente não é algo novo ou uma característica da era das novas tecnologias; penso que a noção de “arquitetura participativa” muito caro ao arquiteto Lucien Kroll, ou o exercício “As pessoas nas suas casas” por Jacques Famery. Parece hoje que as novas tecnologias podem dar um novo impulso a essas tendências, o que aconteceu com a Web 2.0 pode ser repetida com a arquitetura?

Mesmo se eu sou completamente contradizendo o que eu tinha escrito há uns meses atrás (arquitetura não é 2,0) é porque as reflexões acima mostra que é em qualquer caso, um caminho possível e vale a pena explorar.

É claro que temos de enquadrar a investigação e as limitações desta abordagem, porque se um lado acreditamos em uma arquitetura libertado da normalização, do outro não deve cair no sonho de uma arquitetura aberta de coerção: a figura do arquiteto não irá desaparecer, só vai mudar e pode ser o arquiteto não é mais um artista-ditador (desculpe …), mas sim um consultor e gestor / espaços criativos e propulsor de dinâmicas espaciais.

Arquitetura não padronizada: projeto Pylons do Futuro – Dançando com a Natureza

Disponível em:

http://complexitys.com/software/larchitecture-parametrique-ne-pourra-quetre-participative-et-libre-de-droits/ Acessado em: 24/04/2011

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